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sábado, 3 de dezembro de 2016

2017 - A VINDA DO REINO?

A intenção desta postagem não é dar ênfase à marcação de datas para o arrebatamento, mas ficarmos por dentro do que está acontecendo, pelos sinais e pela revelação da Palavra.


O ano 2017 tem há algum tempo despertado a minha atenção e curiosidade. Sendo eu um curioso investigador das profecias bíblicas relacionadas com o fim dos tempos, qualquer matéria é prontamente analisada e considerada, quando o caso é para isso. Na minha apresentação "Israel - o relógio profético de Deus" postada no blog em 1 de Novembro de 2010, levanto a certa altura a questão: "o que nos trará 2017?"
A questão tem a ver com datas, previsões e cumprimentos. Sei que há quem ache que datas e números não têm qualquer relevância bíblica, mas o estudo aprofundado das Sagradas Escrituras conduzirá facilmente a uma opinião diferente.
Por exemplo, em 1897 Theodore Herzl durante o 1º congresso sionista "sonhou" com um estado moderno judaico na Terra de Israel para daí a 50 anos. E 50 anos depois - o tempo de um Jubileu bíblico - em 1947, as Nações Unidas declaram a divisão da "Palestina" em 2 estados, um judeu e um árabe, dando portanto origem à moderna "existência" de Israel.
70 anos depois - o tempo de uma geração bíblica - em 1967, Jerusalém volta às mãos dos judeus, após quase 2 mil anos de dispersão, tornando-se na sua capital eterna e indivisível.
Por quê 2017 agora? Porque de 1947 (início da existência do Israel moderno) até 2017, irão decorrer exactamente 70 anos, ou seja, o tempo de uma geração bíblica. Muitos intérpretes da Bíblia acham que quando Jesus, o Messias, referiu no Seu sermão profético "Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça" (Mateus 24:34), Se estava a referir à geração que veria todos os sinais acontecerem, especialmente os que concernem a Israel, o que significaria que essa geração teria de ver a vinda do Messias até 2017. Na minha humilde opinião, faz sentido.
Mas a minha atenção tem sido recentemente despertada pela controvérsia acerca das "profecias" da minha amiga Neuza Itioka, mencionando o ano de 2017 como "o ano da vinda do reino", e usando como base as profecias do conhecido rabino Judá Ben Samuel.
Confesso que sempre me tenho sentido perturbado e até indignado com tanta "profetada" que ouço por aí, pelo que na maior parte dos casos tendo a não dar ouvidos àqueles que tentam e alegam falar "em nome de Deus." Digo "tentam", porque a Deus certamente eles não conhecem.
Mas a "mensagem" da Neuza à Igreja poderá ter algum valor, uma vez que, excluindo a questão das datas e dos "iluminati", é uma visão da realidade e do caminho que infelizmente os cristãos de hoje estão trilhando, ignorando muitas vezes as sérias advertências dos profetas de Deus. Assim era e assim continuará a ser, para desgraça nossa.
Mas as "profecias" de Itioka em que o Reino Milenar do Messias se iniciaria em 2017, não são invenção dela: têm na sua origem as famosas "profecias dos jubileus" preditas pelo rabino Judá Ben Samuel.
Quem é este rabino?
Judá Ben Samuel foi um piedoso judeu alemão, que viveu entre 1140 e 1217, e que antes da sua morte (em 1217) profetizou acerca da nação de Israel.
E as suas profecias, a que eu prefiro chamar "visões", têm a ver com períodos de tempo relacionados com os jubileus bíblicos, portanto períodos de 50 anos cada - Levítico 25:8-13. Segundo ele, o Império Otomano turco reinaria sobre a Cidade santa de Jerusalém por 8 Jubileus, portanto 8 x 50 = 400 anos. E assim aconteceu: 300 anos depois da "visão" de Ben Samuel, em 1517, or turcos do Império otomano tomaram o controle de Jerusalém, dominando a cidade nos 400 anos seguintes.
E foi exactamente 400 anos depois, portanto 8 jubileus depois, que os turcos foram expulsos da Terra Santa pelas forças do general inglês George Allenby, um devoto cristão, tendo Jerusalém sido capturada e libertada pelos britânicos em 9 de Dezembro de 1917, durante a Festa do Hanukah, sem que um só tiro tivesse sido disparado! A primeira parte da "visão" do rabino concretizou-se com exactidão!
Mas o rabino tinha também profetizado que durante o 9º ano Jubileu - portanto 450 anos a contar da invasão turca de 1517 - Jerusalém se tornaria numa "terra de ninguém". E isso aconteceu exactamente: entre 1917 e 1967 Jerusalém foi colocada sob a alçada britânica a mando da Liga das Nações, não pertencendo literalmente a nenhuma nação. Até mesmo depois da Guerra da Independência de Israel (1948 - 1949) Jerusalém estava dividida, com judeus dominando de um lado e os jordanos do outro, havendo uma faixa de terra a meio que ninguém podia atravessar. Só em 1967 (portanto 450 anos depois, ou 9 jubileus depois) é que Jerusalém deixou de ser "terra de ninguém" para voltar à soberania de Israel. A segunda parte da "visão" do rabino concretizou-se com exactidão!
Mas a terceira parte da visão é ainda mais empolgante: o rabino Samuel profetizou que no décimo Jubileu, portanto 10 x 50 anos = 500 anos desde a conquista dos turcos (1517), ou seja, em 2017, Jerusalém estaria sob o domínio dos Judeus depois de mais de 2 mil anos de diáspora judaica, e o Reinado Messiânico se iniciaria no final deste período. O décimo Jubileu iniciou-se em 1967 e vai terminar em 2017.
Acredito que estamos a caminho dos momentos finais da História humana - pelo menos desta presente dispensação, ou época. Especular sobre datas é sempre perigoso e pode até tornar-se uma obsessão. Não vamos por aí.
Contudo isso não nos impede de estarmos atentos aos sinais, e não descartarmos estas "evidências" histórias e, por que não, até proféticas, desde que elas não ponham em causa a revelação divina. E esse não é o caso.
A Bíblia afirma claramente que o Reino está para vir. Será em 2017? Poderá ser antes? Poderá ser depois? Não sabemos. Mas disto estou certo: quando Jesus nos ensinou a orar: "Venha o Teu Reino" é porque ele virá, e tudo indica que estamos próximos desse Grande Dia! Maranatha!
Estejamos nós prontos...
Shalom, Israel!

domingo, 20 de novembro de 2016

Como devo usar os dons espirituais, principalmente o falar em outras línguas

Você sabia que os dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo a nós cristãos que cremos, todos vêm para uma finalidade? veja, I Co 12.7. Inclusive as línguas, não é apenas para ficarmos falando, falando, para mostrarmos o quanto somos espirituais? Como os apóstolos usaram esta capacidade de falar outras línguas no dia de pentecostes, e para qual propósitos eles falaram? Havia mais de 16 nações reunidas em Jerusalém e todos ouviram a mensagem das boas novas e o Nome de Jesus foi glorificado e difundido, At 2.5-13. Veja como Paulo agia no caso das línguas, I Co 14.18,19. Como o apóstolo ensinava os crentes, quando esses, participavam das reuniões(cultos), I Co 14.26-29. No caso de haver profecia no culto, I Co 14.29-33. Não é minha pretensão ensinar ninguém, apenas lembrar o que às vezes parece fugir do controle de alguns nos cultos, a ponto de não se poder ouvir a mensagem pregada, I Co 14. 8-13, não fique bravo comigo, está escrito no nosso Livro guia e manual de fé; a Bíblia. E, no caso de alguém me censurar por esta postagem, peço que, antes de o fazer, leia as passagens citadas e, por fim, sem negligência leia: I Co 14.37-40. Eu sei de onde Jesus me tirou, e sei dos dons que recebi pelo Santo Espírito. Eu amo e busco com toda a minha fé e esperança a unção, I Jo 2.20,27, e ser cheio do Espírito Santo, At 2.4; 13.52; 9.17; 13.9,10, e ser totalmente guiado e ensinado por este AMADO E SANTO ESPÍRITO, Rm 8.14-16; Jo 14.26; 16.13,14. Que o Senhor vos abençoe, paz.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Milênio, Juízo Final e Eternidade

Tema: Escatologia
Aula de escatologia

 Milênio, Juízo Final e Eternidade
1º Tópico – O Milênio

O Milênio será um período de mil anos literais (Ap 20.4-7) no qual Jesus Cristo reinará também literalmente em cumprimento as promessas feitas por Deus a Israel através das alianças com Abraão(Gn 12.1-3) e Davi (II Sm 7.12,13,16). O Milênio também é um cumprimento das profecias preditas por intermédio dos profetas nas escrituras do antigo Testamento (Is 11.4-9; 60.1-62.12; Zc 14.6-9; 16-21), portanto, todas as doutrinas que apresentam o Reino como algo apenas espiritual ou simbólico, bem como os falsos ensinamentos de que já estamos no Milênio são falsos!

O Reino de Cristo será eterno, porque quando o Milênio se findar, o Reino do Senhor continuará para todo o sempre!

Satanás deseja destruir Israel, pois sabe que Jesus virá reinar em Jerusalém e Israel será o primeiro dentre todas as nações da Terra.
No Milênio será tirado das mãos dos homens o governo das nações e Jesus será o Rei sobre toda a Terra (ICo 15.24,25). Este período corresponde a sétima e última dispensação antes da Eternidade e começará logo após o Juízo das Nações. 
Jerusalém será a sede do Reino na Terra; a capital de Israel e do mundo, em cumprimento a Is 2.2-4; 4.2-3;  Jl 3.17-20; Mq 4.1-8.
Israel como nação será plenamente restaurado em toda terra prometida Gn 15.18. 
         Na volta de Jesus em glória, haverá o juízo das nações e as ovelhas dentre as nações hão de gozar o milênio (Mt 25.34) e servirão ao Senhor (Zc 14.16).
A Terra, que havia sido destruída na Grande Tribulação, será reconstruída e a população que foi drasticamente reduzida, logo será abundante, devido às condições favoráveis do Milênio. Isto inclui também Israel.
Repare bem que o Antigo Testamento traz mais detalhes sobre o Milênio do que o Novo Testamento, isto se deve ao fato do Milênio ser uma promessa referente a Israel e as bênçãos do Milênio se estenderão sobre as nações da Terra partindo do governo de Jesus em Israel.

A)-Vejamos agora algumas observações a respeito deste período:

1-Jesus governará com poder sobre toda a terra junto com os seus santos (Zc 14.9; II Tm 2.12; Ap 2.26,27; 5.9,10; 12.5; 19.15; 20. 4,6). Tudo estará sujeito ao Senhor Jesus. 
2-Todas as nações irão a Jerusalém adorar ao Rei (Zc 14.16). As nações que não obedecerem e forem rebeldes sofrerão represálias (Zc 14.17). 
3-Será um governo perfeito de justiça e paz; e de Jerusalém virá a Lei. (Is 11.3-5; 32.15-17; Mq 4.1-4).
4-Os homens viverão muitos anos (Is 65.19-23; Zc 8.4,5).

         5-A ferocidade dos animais será tirada (Is 11.6-8; 65.25).
         6-Toda terra conhecerá o Senhor (Is 11.9).
         7-A maldição sobre a terra será retirada (Gn 3.17-19; Sl 72.3-17; Rm 8.19-22) e haverá fertilidade na terra (Is 30.23; 35.1,2,7; 41.18-20; Am 9.13,15).
         8-As armas serão transformadas em ferramentas, ou seja, não haverá guerras (Is 2.4).

9-Os velhos terão prazer (Is 65.21,22).

Durante o milênio ainda haverá morte na Terra, pois os seus habitantes não estarão em corpo glorioso; entretanto, a morte será exceção e não regra e terá um caráter punitivo pela desobediência e rebeldia (Is 66.20).
O homem será provado pela última vez em condições favoráveis como nunca houve antes. Haverá Paz na Terra; bênçãos; a Terra será cheia do conhecimento do Senhor; a lembrança da Grande Tribulação servirá de alerta e referência; o problema do pecado estará bem claro e não haverá influência espiritual externa que leve o homem à tentação.
Os filhos dos povos que nascerem durante o Milênio e não passaram por sofrimentos e pela influência de Satanás, não experimentaram a maldição sobre a Terra e tiveram uma vida próspera; logo reclamarão e passarão a servir ao Senhor por obrigação como Rei, mas não o considerarão como Senhor. Quando Satanás for solto; encontrará em seus corações um terreno fértil para a sua revolta final.
         

B)- Como estará a Igreja no Milênio e qual o seu papel?    

         A Igreja estará glorificada na Jerusalém Celeste; a habitação eterna da Noiva do Cordeiro e reinamos com o Senhor. (Jo14.2,3; Gl 4.26,27; Cl 3.4; I Pe 5.1; Ap 21.2,3,23-27; 22.1-6). 
Durante o milênio, esta maravilhosa cidade estará acima da Terra, como uma estrela e resplendor da Glória de Deus. Jerusalém terrestre continuará existindo na Terra e os homens a ela virão para adorar a Deus e verão Jerusalém celeste brilhando com a Glória de Deus.
A cidade é uma grande luz, luz que não perde o seu brilho e nenhuma sombra ofuscará o seu fulgor, nenhuma nuvem a encobrirá e os reis da terra levantarão os seus olhos e saberão que aquela Glória vem do Cordeiro e de sua Igreja.
A Nova Jerusalém é a habitação do Cordeiro e da Igreja, mas Jesus reinará sobre a Terra e, em especial, sobre Israel, ocupando o trono de Davi. A Igreja (o povo especial do Senhor Tt 2.14) participará do seu Reino. 
Os santos estarão em um corpo glorioso adaptado para a vida no céu e superior as leis da física; não sabemos os detalhes sobre este corpo, ou de que forma a Igreja participará deste reino, sabemos apenas aquilo que o Senhor nos revelou em sua Palavra, a saber: Teremos um corpo glorioso; espiritual; incorruptível; imortal (I Co 15.42-44; 53,54) e reinaremos com Cristo. Sabemos também que o Senhor Jesus, após a sua ressurreição, passou quarenta dias na Terra e apareceu aos seus discípulos e a vários irmãos (I Co 15.1-8); andou (Lc 24.15), apareceu repentinamente dentre eles estando as portas fechadas (Jo 20.19,20), foi tocado (Mt 28.9; Lc 24.36-40) e comeu com eles (Lc 24.41-43). Teremos igualmente um corpo glorioso (Rm 8.29,30; I Co 15.49; I Jo 3.2), sem limitações e superior a matéria (Lc 24.15,30,31,36-43; Jo 20.19,26,27; Jo 21.4-14; Fp 3.21).

Não podemos querer descobrir detalhes os quais Deus não nos revelou; para isso devemos saber apenas que existem realidades que a nossa mente jamais poderá imaginar por serem coisas sublimes e inexistentes nesta vida, as quais homem algum ou a nossa própria experiência pôde vivenciar ou ao menos ver. Dt 29.29
C)- Qual o papel de Israel no Milênio?
Israel também é um povo especial para Deus, e terá uma missão exclusivamente terrena (Dt 7.6).
Israel acolherá a Jesus como Senhor e Messias; Rei dos reis e Senhor dos senhores (Zc 12.10; 13.6; 14.8,9,16,20,21). Será a nação líder do mundo (Is 28:13). As nações procurarão em Israel as bênçãos do Senhor ( Zc 8. 22, 23).
A sede do culto ao Senhor na Terra será Jerusalém. Os cultos não terão a finalidade de sacrifícios para bênçãos ou como tipos visando profecias futuras, e sim, como memoriais. É como se fosse a ceia para nós hoje.
Os Judeus e gentios vivos que entrarem no milênio, estarão no mesmo corpo que temos hoje, ou seja, não estarão em um corpo glorioso, logo, poderão multiplicar e encher a Terra novamente.

D)- O fim do Milênio 
Após os mil anos satanás será solto por um pouco de tempo (Ap 20.1-3,7). O Diabo enganará a muitos (Ap 20.8,9). O Diabo reunirá as nações para a guerra de Gogue e Magogue, ou seja, reunirá os povos de uma extremidade a outra da Terra. O próprio Satanás será o líder desta Guerra.
Todos eles serão destruídos por Deus de forma sobrenatural (Ap 20.9).
Satanás será lançado no Inferno e será atormentado de dia e de noite para todo o sempre (Ap 20.10).
Tudo isso mostra que o homem, quando não nasce de novo, permanece em estado adâmico, e até debaixo das melhores condições de vida, é capaz de virar as costas para Deus.

2º Tópico – Juízo Final.
O Juízo Final (também chamado de Juízo do Grande Trono Branco) acontecerá após o Milênio e depois da Guerra de Gogue e Magogue. Não será um julgamento para Deus descobrir a intenção do homem, mas sim, para deixar tudo “às claras” diante dos homens. Deus abrirá os livros por causa da sua justiça, pois na verdade já estão julgados, devido aos seus atos. Não creram naquele que Deus enviou. O juízo existe para Deus mostrar a sua retidão aos homens e revelar o coração de cada um.
Após a guerra de Gogue e Magogue, antes do início do Julgamento Final, quando houver a manifestação do Grande Trono Branco, a Terra será totalmente desfeita (Ml 4.1; II Pe 3.7-13). Este céu e esta Terra não existirão mais (Ap 21.1), portanto, o Juízo do Grande Trono Branco não será nesta Terra nem tão pouco neste céu que agora vemos, haja vista eles não mais existirem (Ap 20.11).
Este Julgamento final será para todos os homens que viverão desde a criação e que não ressuscitaram na 1ª ressurreição. Todo aquele que ressuscitar na 2ª ressurreição após o fim do Milênio, comparecerá diante do Grande Trono Branco e será julgado conforme as suas obras e o registro no Livro da Vida (Dn 12.2; Jo 5.29; At 24.15; Ap 20.5,6,11-15), e, após julgados, serão condenados. Aqueles que não forem achados inscritos no livro da vida, irão para o lago de fogo e enxofre (Ap 20.15).
Os ímpios ressuscitarão em um corpo imortal sem Glória, adaptado para a morte eterna. O corpo do ímpio apesar de ser inextinguível sofrerá o dano da morte eterna.
Sabemos que haverá um julgamento justo (Ap 16.7), no qual Jesus será o Juiz e os salvos participarão do júri. Até os anjos serão julgados! (I Co 6.2,3).

Podemos resumir a ordem dos acontecimentos partindo milênio da seguinte forma:
1º- Fim dos mil anos
2º- Satanás é solto
3º- Os ímpios se juntam dos quatro cantos da Terra sob a liderança de Satanás e partem contra os santos na guerra final de Gogue e Magogue;
4º- Deus destrói o exército dos ímpios com fogo do céu;
5º- Satanás é lançado no inferno;
6º- Manifesta-se o Trono Branco e os Céus e a Terra deixam de existir; os vivos que permaneceram fiéis a Cristo como Rei durante o Milênio, serão transformados e arrebatados na manifestação do Grande Trono Branco e os mortos (ímpios, pois os salvos já ressuscitaram na 1ª ressurreição) ressuscitam num corpo sem glória e são arrebatados a encontrar o Trono Branco; serão julgados e condenados.
7º- Inicia-se o Juízo Final. Serão julgados todos os homens que participaram da 2ª ressurreição e os anjos caídos.
8º- Os salvos vão para a vida eterna e os ímpios para o tormento eterno.

3º Tópico – O Estado Eterno
A – A eternidade para os salvos
Amados irmãos, grandes coisas o Senhor tem preparado para aqueles que o amam. A eternidade será um estado de Gozo e Paz perfeitos.
Deus criará novos Céus e nova Terra adaptados para a eternidade (Ap 21.1). A Nova Jerusalém estará nesta nova Terra e Deus habitará nela (Ap 21. 2,3). Veremos a face do Senhor para sempre e o serviremos (Ap 22.3,4). 
Passaremos a eternidade com o Nosso Senhor! Aleluia!
Após o Juízo Final e a criação do novo Céu e da nova Terra, Deus introduzira os seus filhos na eternidade; tudo estará feito; ou seja, a restauração total dos Céus e da Terra e de todos os que nela habitam. O problema do pecado e da morte jamais retornará! (Ap 21.5-7).

B – A morte eterna para os ímpios
Irmãos, como será terrível o tormento daqueles que forem condenados! Os ímpios serão lançados no lago de fogo e enxofre, onde sofrerão eternamente juntamente com Satanás; a Besta; o falso Profeta e todos os anjos caídos. No inferno, os ímpios estarão conscientes (Mt 24.51Mc 9.43-48) e nunca mais sairão de lá (morte eterna); passarão a eternidade longe de Deus e sem Cristo.
O pior da condenação é nunca mais ver a Deus! Lembre-se de que a morte sempre consiste em separação (morte física é a separação da alma e espírito do corpo; morte eterna é a separação definitiva entre Deus e o homem)!

Com este assunto estamos encerrando a primeira parte do nosso estudo de escatologia
Autor: Pastor Ricardo Correia de Mattos

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

MELHORAI OS VOSSOS CAMINHOS E VOSSAS OBRAS Jr.7. 1-15

A Igreja do SENHOR JESUS deve estar sempre pronta, preparada para se encontrar com o NOIVO.
Mas, os "crentes evangélicos", precisam com urgência se voltar com verdadeiro coração para o SENHOR E melhorar os seus caminhos e suas obras, pois o SENHOR está voltando e só levará um povo Seus, especial, santo, puro e de boas obras. Por gentileza leia este artigo todo.
                                  
Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar.

Esta frase: Melhorai vossos caminhos e a vossas obras, é parte integrante de um conselho divino para os freqüentadores do templo do Senhor, nos dias do profeta Jeremias.

Todos de Judá (Vs.2) que regularmente entravam pelas portas do templo para “adorar” foram avisados que precisavam melhorar.

Melhorar os caminhos, ou seja: os hábitos; e melhorar as obras, ou seja: os atos que constituíam os hábitos.

Muitas vezes só porque freqüentarmos a casa do Senhor, ou porque temos um relativo conhecimento bíblico, achamos que não precisamos melhorar em nada.

E Deus sempre sabe no que precisamos e devemos melhorar.

Estavam furtando, matando, adulterando, jurando falsamente, oprimindo e queimando incenso a Baal (vs.9) com a maior naturalidade do mundo.

Estando ou indo ao templo sentiam-se seguros, pois via no mesmo à necessária proteção divina de que tanto careciam.

Sem melhorar em nada, mas freqüentado o templo para eles tudo ia bem, afinal estavam na casa do Senhor.

Mas o Senhor deixa claro que os hábitos perniciosos, e as obras infrutíferas das trevas jamais poderiam resultar em segurança, só pelo fato de irem ao templo para adorá-lo.

Ainda hoje e agora precisamos e devemos melhorar e muito.

Melhorar tem o sentido de aperfeiçoar o que já é bom ou ótimo. Melhorar também tem o sentido de corrigir. 

O povo dos dias de Jeremias não estava sendo aconselhado a aperfeiçoar, pois o que faziam era mal perante os olhos do Senhor.

Eles estavam sendo exortados a corrigir os hábitos e a obras que ofendiam a santidade de Deus.

Deus prometeu que não havendo melhoria eles seriam lançados fora da Sua santa presença como foi arrojados fora (vs.15) toda a posteridade de Efraim.

E nós, os reles mortais que também freqüentamos a casa do Senhor nos dias atuais, que nos confessamos servos, também não precisamos melhorar?

Quais têm sido nossos caminhos ou hábitos? Os atos são o DNA dos hábitos.

O habito de mentir, de enganar, de ludibriar, o hábito de prejudicar, invejar o próximo, desejar o mal para o mesmo, não é a repetição destas obras infrutíferas uma ofensa a Deus? 

Quem pratica tais obras precisa melhorar ou corrigir? 

Para Deus o certo é corrigir e corrigir tem o sentido de abandonar deixar para trás, parar de praticá-las.

Nos dias atuais tem surgido uma nova qualidade de evangélicos os quais se refugiam no status do “ser evangélico”.

Mas, compromisso com Deus e Sua palavra? Para quê? Se Deus é amor. (Dizem os tais).

Por entenderem assim, a maioria anda de braços dados com o mundo. 

A maioria destes infelizes evangélicos tem o coração divido entre Cristo e os prazeres mundanos.

Ficam eufóricos quando o “time do coração” ganha e ficam depressivos ou revoltados quando o tal “time do coração” perde.

Sabe que sacrifícios de louvor estes “cristãos evangélicos” oferecem a Deus? 

Sacrifícios de louvores abomináveis os quais o Senhor os denomina de: estrepito.

Am. 5.23
Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas violas.
Vs.24
Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça como o ribeiro impetuoso.

Fui convidado a pregar no encerramento de uma cruzada para jovens em uma cidade do Estado de São Paulo e no dia e hora marcada eu estava lá.

Por meia hora ouvi as lamúrias e as queixas e as justificativas do pastor da igreja com relação aos “cristãos” que estavam em casa assistindo a final do campeonato brasileiro.

O pastor atrasou o horário do inicio daquela reunião para aguardar na igreja uma classe de jovens eufóricos pela conquista do seu time e outros tristes pela derrota sofrida pelo seu time.

O que se deve pregar para uma classe de evangélicos que tem o coração divido entre Deus e os prazeres que o mundo oferece?

O falso culto prestado a Deus pelos habitantes de Jerusalém e Judá tem se repetido hoje em muitas “igrejas evangélicas” só mudou mesmo o nome, porém as obras são as mesmas.

A falsa adoração é um hábito que põe em risco a salvação de quem a deseja na Pessoa de Cristo.

Se você tem o hábito de julgar certamente o fará enquanto estiver lendo o que acabo de escrever.

Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras.